Você trabalha mais do que a maioria das pessoas.
Dá plantão em um hospital e atende no consultório. Leciona em duas faculdades. Toca a sua empresa e ainda mantém o emprego de carteira assinada. Sai cedo, volta tarde, e no fim do mês olha os holerites com a sensação de que, pelo menos, o esforço está valendo.
Agora, uma pergunta que quase ninguém faz:
Alguém já conferiu se o INSS descontado de você está dentro do limite que a lei permite?
Provavelmente não. E é exatamente aí que o seu dinheiro está escorrendo.
A contribuição ao INSS tem um limite máximo. Em 2026, ele é de R$ 8.475,55. Acima desse valor, a lei diz que não deve haver contribuição.
Só que tem um detalhe que muda tudo: esse teto vale para você, somando tudo o que você recebe. Não para cada empresa que te paga.
E cada empresa que te paga não sabe da outra.
O hospital desconta como se fosse a sua única renda. A clínica também. A faculdade A desconta. A faculdade B desconta. A sua empresa recolhe sobre o seu pró-labore. O seu empregador recolhe sobre o seu salário.
Cada um faz a conta "certa" sozinho. Juntos, eles passam do teto. E ninguém avisa você.
Seria menos ruim se esse dinheiro voltasse um dia na sua aposentadoria.
Não volta.
O benefício do INSS também respeita o mesmo teto. Tudo o que foi descontado acima do limite é contribuição que não aumenta em um centavo o que você vai receber lá na frente.
É dinheiro que sai do seu bolso todo mês, sem contrapartida nenhuma. Simplesmente perdido.
Imagine que, somando as suas fontes de renda, o desconto a mais seja de R$ 300 por mês. Parece pouco perto do que você ganha.
Agora multiplique:
(Exemplo ilustrativo. O valor real depende das suas remunerações e de quantos vínculos você tem. Em muitos casos, a diferença mensal é maior.)
Dezoito mil reais. Uma viagem com a família. A reserva de emergência. A entrada de um carro. Parados nos cofres públicos, sem que você soubesse.
Você é médico, dentista ou profissional de saúde e trabalha em mais de um hospital, clínica, cooperativa ou plantão.
Você é professor e dá aula em mais de uma escola, faculdade ou curso, com carteira assinada ou recebendo por RPA.
Você é sócio de uma empresa, retira pró-labore e também tem um emprego com carteira assinada ou presta serviços como autônomo.
Você é engenheiro, arquiteto, advogado, contador ou consultor e presta serviços para várias empresas ao mesmo tempo.
Se respondeu "sim" para qualquer uma, há uma chance real de que você esteja nessa situação neste exato momento.
A lei permite recuperar o que foi pago a mais nos últimos 5 anos. Nem um dia a mais.
Isso significa que, todo mês, o mês mais antigo sai da janela e se perde para sempre. Quem deixa para "ver isso depois" está, literalmente, abrindo mão de dinheiro a cada mês que passa.
E enquanto ninguém corrige a situação, o desconto a mais continua acontecendo no próximo holerite. E no seguinte.
Você não precisa entender de legislação previdenciária, juntar pilhas de papel ou perder horas em sistemas do governo. Isso é trabalho nosso.
A Acies Contabilidade cuida de todo o processo:
Você continua trabalhando. A gente cuida do resto.
As condições e os honorários são combinados com total transparência antes de qualquer trabalho começar.
"Meu RH já deve ter visto isso."
O RH de cada empresa só enxerga o que ela mesma paga. Ele não tem como saber das suas outras fontes de renda, a não ser que alguém informe.
"Se fosse assim, a Receita me devolveria."
A Receita não devolve por conta própria. O valor só volta se houver pedido.
"Isso deve dar processo na Justiça, demora anos."
Não. O pedido é feito administrativamente, direto na Receita Federal.
"Não tenho tempo para isso."
Por isso existe a Acies. Do seu lado, basta uma conversa e o envio de alguns documentos.
Cada mês sem verificar é um mês a menos de restituição.
Mande uma mensagem agora e peça o seu diagnóstico.
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Conteúdo informativo, com base na legislação vigente em outubro de 2026. A existência e o valor da restituição dependem da análise individual de cada caso.